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Duas tradições musicais que vêm de séculos passados se mantêm em Paraty: a da Ciranda, e a das bandas. 
Presente durante o ano todo, em festas religiosas e profanas, a Ciranda é o nome que assumiu um conjunto de danças de roda (ciranda, caranguejo, cana-verde-de-mão e marrafa) e valsadas (canoa, arara, cana-verdevalsada, felipe, e marca-de-lenço), puxadas pelos versos cantados por um grupo de músicos. São três na cidade: Os Sete Unidos, Os Coroas Cirandeiros e Os Caiçaras. Em 2005, formou-se a Ciranda Elétrica, com um olhar contemporâneo sobre essa tradição, reaproximando-a dos jovens. Fundada em 1956, a Banda Santa Cecília é a sucessora da Lira da Juventude e da 25 de Dezembro, cuja história remonta ao século XIX. Seu repertório é em grande parte constituído por músicas (dobrados, valsas, etc.) de paratienses, em especial de Benedito das Flores, o Maestro Potinho (1921-1998), até o fim de sua vida compondo para a banda e fazendo seus arranjos. A Santa Cecília toca em todas as festas da cidade, no Carnaval e em outros eventos, e realiza seus ensaios (abertos ao público) todas as terças às 20h. Mas a música em Paraty não é só Ciranda e Banda. O cotidiano da cidade ficou nas canções do poeta José Kleber (1932-1989), e na música caiçara de Luiz Perequê. Na noite, mais de vinte músicos, de Paraty ou nela radicados, tocam MPB e jazz em bares e restaurantes. Além disso, há uma história de três décadas de festivais de música erudita, com a participação de músicos de destaque internacional. Fonte: Site Paraty Cultura
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